Custo-benefício do seguro residencial é chave para sua popularização

À medida em que cada vez mais brasileiros passam a ter acesso a bens como casa própria, carros, eletrodomésticos e equipamentos de tecnologia, a preocupação com a conservação e proteção dos bens cresce. Porém, apesar de a demanda por seguros residenciais estar em uma trajetória ascendente, ainda existe espaço para expansão, já que aproximadamente apenas 13% da população conta hoje com essa proteção, segundo dados da FenSeg. Em outras palavras, dos 68 milhões de domicílios do Brasil, somente 9,1 milhões deles estão protegidos.
Existem diversas opções de produtos com diferentes valores de indenização, que levam em conta o porte dos imóveis ou aspectos estruturais específicos. Alguns pacotes podem oferecer assistências inerentes a cada um dos incidentes, além de serviços de manutenção como conserto ou substituição de itens da casa. Serviços de encanador, eletricista e chaveiro estão entre os mais utilizados, segundo pesquisa realizada pela Assurant em março de 2018 com a sua base de clientes: 35% dos respondentes consideram esses serviços atrativos na hora de contratarem um seguro residencial, enquanto 15% valorizam o serviço de conserto de equipamentos.

  1. Os benefícios de proteger o lar podem ser usufruídos mesmo quando não ocorre um acidente ou roubo. Isso porque são oferecidos serviços de conveniência aos clientes em caráter emergencial, como visitas de eletricistas, encanadores, instalação de prateleiras, limpeza de ralos e calhas, ou até mesmo realização de pequenos reparos, durante todo o período de vigência do seguro ou microsseguro;
  2. O serviço de chaveiro também é um benefício que vale muito a pena, pois contempla abertura da porta e confecção de chave simples em caso de perda, quebra dentro da fechadura, roubo ou furto;
  3. Se houver sensação de perigo ou ameaça à família ou bens, é possível solicitar a presença de um vigilante durante a situação de risco;
  4. Há serviços também disponibilizados em grandes centros urbanos como PET Spa, delivery de ração e até um veterinário 24 horas para casos de urgência.

Fonte: Revista Apólice.

18/10 Dia do Médico – Seguro de Responsabilidade Civil para Profissionais da Saúde chega ao mercado.

 

O R C Profissional é um produto completo para proteção contra os principais riscos da profissão, com coberturas que incluem despesas de defesa, Indenizações, acordos entre outras situações.

 

 

 

 

Situações em que o seguro para médicos se aplica:

Omissão de Socorro

Caso o segurado, no caso o profissional de saúde, seja acusado de ter praticado omissão de socorro relacionado ao seu serviço profissional, o programa do seguro pode cobrir todas as despesas para a defesa judicial do segurado possibilitando que o mesmo lute para provar sua inocência.

Infecção Hospitalar

Caso o profissional de saúde seja citado em uma ação judicial decorrente de infecção hospitalar, com o paciente tendo contraído a infecção sob responsabilidade do segurado, o seguro cobrirá os gastos com defesa do segurado e eventual pagamento de indenização ao terceiro.

Chefe de Equipe ou Diretor

Caso o segurado pela apólice ocupe o cargo de chefe de equipe ou diretor médico, o presente seguro cobrirá a eventualidade mesmo que o ato médico tenha sido praticado por outro profissional sob responsabilidade do segurado.

Cobertura à Pessoa Jurídica

Caso o profissional segurado possua uma empresa para desempenho de atividades extra, e essa empresa sofra uma reclamação por determinado ato médico, o seguro pode ser acionado e estendido para defender a causa da pessoa jurídica.
Ficou curioso? Entre em contato conosco e conheça um pouco mais sobre esta modalidade de seguro.

 

 

 

 

FONTE: Argo Seguros

Aumento de roubos amplia oferta de ‘falsos’ seguros para celulares.

Uma pesquisa recente do Mobile Time/Opinion Box constatou que 49% dos brasileiros tiveram o celular roubado ou furtado ao menos uma vez. Como consequência, cresceu a procura por proteção para os aparelhos. E, assim como aconteceu no ramo de veículos, surgiram serviços alternativos ao seguro, de menor custo, mas que trazem riscos ao consumidor, entre eles o de não ser reembolsado.

Associações, cooperativas e empresas do chamado compartilhamento de risco se multiplicam, no que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) chama de “mercado marginal” – impulsionado pela “proteção veicular”, que já virou caso de polícia – com ofertas que vão da área de saúde à assistência funeral. Trata-se de produtos vendidos como seguro, mas que não têm as mesmas garantias daqueles comercializados pelas seguradoras.

Carlos de Paula ressalta que, por não terem de responder a nenhum órgão superior, nem serem obrigadas a constituir reservas, as empresas sem registro na Susep podem não cumprir o prometido quando acionadas pelo consumidor.

Entre os novos serviços em oferta no mercado, houve até “seguro contra haters”. Na verdade era um plug-in para bloquear comentários maldosos em redes sociais. Depois de notificada pela Susep, a empresa suspendeu a oferta do produto.

 

FONTE: O Globo

Planos de previdência privada arrecadam R$ 54,46 bi no 1º semestre.

As contribuições aos planos de previdência privada somaram R$ 54,46 bilhões nos seis primeiros meses de 2017. O resultado é 4,81% superior ao montante acumulado nos primeiros seis meses de 2016, quando os aportes totalizaram R$ 51,96 bilhões. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

A captação líquida no período apresentou um saldo positivo de R$ 24,33 bilhões, volume 4,94% inferior aos R$ 25,59 bilhões verificados de janeiro a junho do ano passado. Os resgates totalizaram R$ 30,13 bilhões, valor 14,28% maior que o contabilizado no primeiro trimestre de 2016 (R$ 26,37 bilhões).

“O baixo crescimento de novos depósitos pode ser explicado por vários fatores. Em primeiro lugar, o volume de arrecadação é influenciado pela renda disponível das famílias e sua propensão a investir, variáveis que foram afetadas negativamente no primeiro semestre. O movimento da taxa de juros também promove uma redistribuição do fluxo de poupança doméstica entre os diferentes produtos de captação”, analisa Edson Franco, presidente da FenaPrevi. “Apesar do baixo crescimento a sustentação da captação líquida positiva em níveis similares ao do ano passado não deixa de representar uma performance positiva especialmente se considerarmos a demora da recuperação do nível de emprego no mercado formal de trabalho”, complementa Franco.

De acordo com a entidade, o setor fechou o mês de junho com 13.204.283 milhões de pessoas com planos de previdência privada contratados, sendo 10.048.140 de planos individuais (incluindo planos para menores) e 3.156.143 de planos coletivos. O total de indivíduos com planos, ao final do período, é 5,6% superior ao identificado no ano passado, quando foram computadas 12.506.055 de pessoas – 9.437.802 em planos individuais, incluindo menores, e 3.068.253 em planos coletivos.

“Em relação a junho de 2016, 698.228 mil novos indivíduos ingressaram no sistema o que reforça a confiança do brasileiro na previdência privada como modalidade segura e transparente de formação de reservas de longo prazo”, avalia o presidente da FenaPrevi.

Aportes em VGBL e PGBL

Os planos da família VGBL, os mais representativos da indústria de previdência privada, responderam por 91,47% (R$ 49,81 bilhões) do total dos aportes feitos no primeiro semestre. Os da família PGBL responderam por 7,76% (R$ 4,22 bilhões) dos novos aportes. Já os planos tradicionais de acumulação receberam aportes de R$ 419,19, 0,77% do total verificado de janeiro a junho.

Na análise por tipo de contratação os planos individuais responderam por 86,25% dos novos aportes nos seis meses do ano, ou seja, R$ 46,97 bilhões. Os planos individuais para menores tiveram participação de 1,69% e receberam aportes totalizando R$ 921,45 milhões, segundo dados do balanço da FenaPrevi. O restante, ou seja, R$ 6,56 bilhões (12,06%) foram destinados aos planos coletivos de empresas, oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados.

Resultado mensal

Na análise mensal, foram realizados R$ 8,85 bilhões em novos aportes em junho, volume 24,27% inferior aos R$ 11,69 bilhões verificados no mesmo mês do ano passado. A captação líquida no mês de junho seguiu com saldo positivo de R$ 3,79 bilhões, e o valor ficou 47,67% abaixo dos R$ 7,24 bilhões do mesmo mês em 2016.

De acordo com a FenaPrevi, os planos da família VGBL receberam aportes da ordem de R$ 8,12 bilhões em junho. Já nos aportes planos da família PGBL o volume de aportes foi de R$ 669,54 milhões. Os resgastes em junho de 2017 somaram R$ 5,06 bilhões, valor 13,83% maior que os R$ 4,45 bilhões verificados no mesmo mês de 2016.

Na análise por tipo de contratação, os aportes nos planos individuais somaram R$ 7,6 bilhões. Os planos para menores arrecadaram R$ 161,54 milhões. O restante dos aportes, de aproximadamente R$ 1,01 bilhão, foi destinado a planos coletivos contratados por empresas em favor de seus colaboradores.

Contribuições, resgates, captação líquida, ativos e previsões

tabela FenaPrevi

O Tratamento Fiscal

A opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições a ele efetuadas durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição.

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

Para usufruir da dedução, o participante desse tipo de plano tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração do imposto de renda.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as famílias de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

Outra característica dessas famílias de planos (PGBL e VGBL) é a possiblidade do poupador, quando do ingresso no plano, optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem nesses planos, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente quando do resgate de recursos ou de recebimento do benefício.

Fonte: FenaPrevi

Setor de alimentos e bebidas aumenta demanda por seguro de crédito.

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Em um cenário econômico complexo, com a inadimplência ainda elevada, alguns setores do mercado brasileiro se esforçam para se precaver destes passivos. A indústria de alimentos e bebidas é um dos segmentos que passam a enxergar o seguro de crédito como ferramenta para controlar as eventuais perdas, empregando o produto como garantia de fluxo de caixa.

O seguro de crédito vem ganhando notoriedade no Brasil nos últimos anos, De acordo com a Susep, o ramo cresceu cerca de 11% em 2016. “A cultura de seguro de crédito pode ainda ser considerada incipiente no país, mas sua importância é destacada em momentos de fragilidade econômica como a atual”, analisa Eduardo Cruci, gerente de Linhas de Crédito na AIG Brasil.

A seguradora é um exemplo desse incremento. Ainda segundo a Susep, em 2016 a companhia registrou um crescimento na ordem de 76% na carteira, atingindo a cifra de R$ 65 milhões em prêmios diretos.

Proteger as empresas do setor alimentício, tanto de produção como distribuição, contra a inadimplência é apenas uma das funções da apólice do seguro de crédito. “Além da garantia direta dos recebíveis e de cobrir perdas que possam ser causadas pela eventual falência dos devedores, o seguro pode fazer parte de operações estruturadas, como trade finance e FDIC, o que se reverte em menor custo financeiro de captação de recursos”, explica Cruci.

Contratação do seguro

Em geral, os potenciais riscos são calculados por meio de análises de crédito, desempenho operacional, saúde financeira e pontualidade de pagamento aos fornecedores. Assim, a seguradora define a classificação dos riscos maiores, conhecendo os detalhes de cada um deles e sempre envolvendo um corretor nas transações.

O seguro de crédito apresenta a característica da cobertura “não-cancelável”, na qual o próprio segurado pode incluir na apólice o risco, de acordo com sua política de crédito interna. Na prática, elimina a preocupação de que determinado crédito possa ser cancelado durante a vigência do programa, exceto nas hipóteses expressamente previstas nas Condições Contratuais. “Essa autonomia é única, à medida que possibilita ao segurado operar de forma independente, tendo a nossa expertise à disposição quando necessário”, conclui Eduardo Cruci.

A.C.
Revista Apólice

Seguro contra poluição?

Na China, é claro. A modalidade promete indenizar em cerca de R$ 18,00 por dia eventuais viajantes que sofrerem com a poluição do ar ou até mesmo tiverem suas fotos afetadas pelo cenário poluído. Para ser compensado, o turista deverá pagar entre R$ 3 e R$ 6/dia.

De acordo com a agência que oferece o seguro a ideia é contribuir para a conscientização dos problemas ambientais na China, além de amenizar problemas de saúde.

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Foto: reprodução