Aumento de roubos amplia oferta de ‘falsos’ seguros para celulares.

Uma pesquisa recente do Mobile Time/Opinion Box constatou que 49% dos brasileiros tiveram o celular roubado ou furtado ao menos uma vez. Como consequência, cresceu a procura por proteção para os aparelhos. E, assim como aconteceu no ramo de veículos, surgiram serviços alternativos ao seguro, de menor custo, mas que trazem riscos ao consumidor, entre eles o de não ser reembolsado.

Associações, cooperativas e empresas do chamado compartilhamento de risco se multiplicam, no que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) chama de “mercado marginal” – impulsionado pela “proteção veicular”, que já virou caso de polícia – com ofertas que vão da área de saúde à assistência funeral. Trata-se de produtos vendidos como seguro, mas que não têm as mesmas garantias daqueles comercializados pelas seguradoras.

Carlos de Paula ressalta que, por não terem de responder a nenhum órgão superior, nem serem obrigadas a constituir reservas, as empresas sem registro na Susep podem não cumprir o prometido quando acionadas pelo consumidor.

Entre os novos serviços em oferta no mercado, houve até “seguro contra haters”. Na verdade era um plug-in para bloquear comentários maldosos em redes sociais. Depois de notificada pela Susep, a empresa suspendeu a oferta do produto.

 

FONTE: O Globo

Você sabia que dono do veículo e condutor respondem juntos pelo acidente?

O dono e o condutor de veículo respondem solidariamente em caso de acidente automobilístico. O proprietário é responsável por permitir que o bem em seu nome fosse conduzido pelo causador do fato. O entendimento é da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que responsabilizou duas pessoas jurídicas, locadora e locatária, pelo atropelamento de uma ciclista.

Após ter sido atingida pela porta de um carro, aberta de forma inesperada pelo motorista, a vítima pediu danos materiais, estéticos e morais. Ela caiu no chão e fraturou o joelho esquerdo, precisando implantar pinos e parafusos. Ainda assim, perdeu os movimentos normais da perna e ficou impedida de trabalhar.

O automóvel pertencia a uma empresa de transporte, mas, no momento do acidente, estava locado para uma companhia de engenharia. Segundo a ciclista, após a cirurgia, nenhuma das empresas pagou as despesas de sua reabilitação.

Na sentença, a empresa de transporte foi condenada a pagar pensão mensal de 50% do salário mínimo vigente à época do acidente até que a autora da ação complete 65 anos de idade. A companhia também teve que ressarcir a mulher pelas despesas com tratamento, além de pagar 50 salários mínimos em danos morais e estéticos.

O magistrado também condenou a empresa de engenharia a pagar todos os gastos da companhia de transportes. As duas condenadas recorreram ao Tribunal de Justiça de São Paulo, que deu parcial provimento aos recursos, apenas para determinar que a atualização do valor da indenização fosse baseada na data da publicação da sentença.

As empresas, então, apresentaram recurso especial ao STJ. O relator, ministro Luis Felipe Salomão, explicou que a responsabilidade do proprietário do veículo no acidente já está pacificada na corte, mas ressaltou que essa responsabilização é culposa.

Ele ressaltou ainda a responsabilidade do proprietário do veículo como empresa de locação. “Afirmando-se a responsabilidade da locadora, precedentemente está-se reconhecendo a responsabilidade do locatário. A primeira decorre, na maioria dos casos, da confirmação da segunda”, explicou Salomão.

O julgador também citou uma cláusula contratual prevendo obrigação da locadora a contratação de seguro contra danos e que a desobediência à obrigação não isentam a locatária da responsabilidade.

O ministro destacou que o guardião do bem somente fica isento da responsabilidade se a culpa for exclusiva da vítima — o que não se aplica ao caso analisado, “pois o motorista do veículo locado agiu de forma negligente e imprudente, causando os danos à ciclista”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Fonte: Conjur.

 

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Foto: reprodução.

Batida traseira: quem paga a conta?

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a culpa do motorista em colisões traseiras é justamente daquele que está atrás. Isso porque presumi-se que o mesmo não adotou distância segura e prudente do carro a sua frente, conforme determina as regras de trânsito.

No entanto, julgados dos tribunais do Estado de São Paulo já admitem algumas exceções. É o caso, por exemplo, da comprovação de frenagem abrupta, e sem qualquer motivo, pelo primeiro motorista, que exclusivamente nessa situação, acaba assumindo a responsabilidade e, consequentemente, a conta.

De toda forma, situações como essas nos fazem lembrar da importância de respeitarmos as leis de trânsito, demais motoristas e pedestres, já que essa é a única forma de criarmos um ambiente seguro para todos, inclusive para nós mesmos.

 

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Maio amarelo por um trânsito melhor.

Nesse mês de maio nós aqui na AYUMI SEGUROS apoiamos o movimento “Maio Amarelo”, para a conscientização de práticas melhores no trânsito, com menores números de acidentes e fatalidades.

Dessa forma, publicamos semanalmente na nossa Fanpage diversas dicas, simples, que todos podem fazer no seu dia-a-dia, colaborando assim para um trânsito mais seguro para todos. Confira a lista completa a seguir:

Dica 1: respeite os pedestres e favoreça as travessias.

Dica 2: respeite os limites de velocidade. A velocidade elevada reduz a capacidade de parada para que um acidente seja evitado. Já a muito baixa poderá incentivar manobras arriscadas por outros motoristas.

Dica 3: mantenha a distância segura dos demais veículos. O espaço deverá permitir eventual manobra em caso de necessidade.

Dica 4: numa situação de chuva, a atenção deve ser redobrada e a velocidade reduzida.

Participe você também e ajude a criar um trânsito melhor para todos!

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Imagem: reprodução

O papel do pedestre no trânsito.

Motoristas ou não, todos, em algum momento, fazem uso de calçadas e ruas como pedestre. O Código de Trânsito Brasileiro garante sua proteção ao determinar, por exemplo, que todo veículo motorizado ou não motorizado, é responsáveis pela integridade dos pedestres, bem como ao considerar infração gravíssima o ato de ameaçar pedestres que estejam atravessando a via pública.

No entanto, o pedestre pode também contribuir para um trânsito melhor e mais seguro para todos, e para isso é importante respeitar a sinalização, devendo sempre:

  • Atravessar na faixa;
  • Nunca atravessar na frente de ônibus parado, pois o motorista que vem pela via pública tem a visão prejudicada; e
  • Usar as passarelas para atravessar avenidas e rodovias.

Assim, se cada um faz sua parte, todos saem ganhando.

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Foto: reprodução