18/10 Dia do Médico – Seguro de Responsabilidade Civil para Profissionais da Saúde chega ao mercado.

 

O R C Profissional é um produto completo para proteção contra os principais riscos da profissão, com coberturas que incluem despesas de defesa, Indenizações, acordos entre outras situações.

 

 

 

 

Situações em que o seguro para médicos se aplica:

Omissão de Socorro

Caso o segurado, no caso o profissional de saúde, seja acusado de ter praticado omissão de socorro relacionado ao seu serviço profissional, o programa do seguro pode cobrir todas as despesas para a defesa judicial do segurado possibilitando que o mesmo lute para provar sua inocência.

Infecção Hospitalar

Caso o profissional de saúde seja citado em uma ação judicial decorrente de infecção hospitalar, com o paciente tendo contraído a infecção sob responsabilidade do segurado, o seguro cobrirá os gastos com defesa do segurado e eventual pagamento de indenização ao terceiro.

Chefe de Equipe ou Diretor

Caso o segurado pela apólice ocupe o cargo de chefe de equipe ou diretor médico, o presente seguro cobrirá a eventualidade mesmo que o ato médico tenha sido praticado por outro profissional sob responsabilidade do segurado.

Cobertura à Pessoa Jurídica

Caso o profissional segurado possua uma empresa para desempenho de atividades extra, e essa empresa sofra uma reclamação por determinado ato médico, o seguro pode ser acionado e estendido para defender a causa da pessoa jurídica.
Ficou curioso? Entre em contato conosco e conheça um pouco mais sobre esta modalidade de seguro.

 

 

 

 

FONTE: Argo Seguros

Aumento de roubos amplia oferta de ‘falsos’ seguros para celulares.

Uma pesquisa recente do Mobile Time/Opinion Box constatou que 49% dos brasileiros tiveram o celular roubado ou furtado ao menos uma vez. Como consequência, cresceu a procura por proteção para os aparelhos. E, assim como aconteceu no ramo de veículos, surgiram serviços alternativos ao seguro, de menor custo, mas que trazem riscos ao consumidor, entre eles o de não ser reembolsado.

Associações, cooperativas e empresas do chamado compartilhamento de risco se multiplicam, no que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) chama de “mercado marginal” – impulsionado pela “proteção veicular”, que já virou caso de polícia – com ofertas que vão da área de saúde à assistência funeral. Trata-se de produtos vendidos como seguro, mas que não têm as mesmas garantias daqueles comercializados pelas seguradoras.

Carlos de Paula ressalta que, por não terem de responder a nenhum órgão superior, nem serem obrigadas a constituir reservas, as empresas sem registro na Susep podem não cumprir o prometido quando acionadas pelo consumidor.

Entre os novos serviços em oferta no mercado, houve até “seguro contra haters”. Na verdade era um plug-in para bloquear comentários maldosos em redes sociais. Depois de notificada pela Susep, a empresa suspendeu a oferta do produto.

 

FONTE: O Globo

Planos de previdência privada arrecadam R$ 54,46 bi no 1º semestre.

As contribuições aos planos de previdência privada somaram R$ 54,46 bilhões nos seis primeiros meses de 2017. O resultado é 4,81% superior ao montante acumulado nos primeiros seis meses de 2016, quando os aportes totalizaram R$ 51,96 bilhões. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

A captação líquida no período apresentou um saldo positivo de R$ 24,33 bilhões, volume 4,94% inferior aos R$ 25,59 bilhões verificados de janeiro a junho do ano passado. Os resgates totalizaram R$ 30,13 bilhões, valor 14,28% maior que o contabilizado no primeiro trimestre de 2016 (R$ 26,37 bilhões).

“O baixo crescimento de novos depósitos pode ser explicado por vários fatores. Em primeiro lugar, o volume de arrecadação é influenciado pela renda disponível das famílias e sua propensão a investir, variáveis que foram afetadas negativamente no primeiro semestre. O movimento da taxa de juros também promove uma redistribuição do fluxo de poupança doméstica entre os diferentes produtos de captação”, analisa Edson Franco, presidente da FenaPrevi. “Apesar do baixo crescimento a sustentação da captação líquida positiva em níveis similares ao do ano passado não deixa de representar uma performance positiva especialmente se considerarmos a demora da recuperação do nível de emprego no mercado formal de trabalho”, complementa Franco.

De acordo com a entidade, o setor fechou o mês de junho com 13.204.283 milhões de pessoas com planos de previdência privada contratados, sendo 10.048.140 de planos individuais (incluindo planos para menores) e 3.156.143 de planos coletivos. O total de indivíduos com planos, ao final do período, é 5,6% superior ao identificado no ano passado, quando foram computadas 12.506.055 de pessoas – 9.437.802 em planos individuais, incluindo menores, e 3.068.253 em planos coletivos.

“Em relação a junho de 2016, 698.228 mil novos indivíduos ingressaram no sistema o que reforça a confiança do brasileiro na previdência privada como modalidade segura e transparente de formação de reservas de longo prazo”, avalia o presidente da FenaPrevi.

Aportes em VGBL e PGBL

Os planos da família VGBL, os mais representativos da indústria de previdência privada, responderam por 91,47% (R$ 49,81 bilhões) do total dos aportes feitos no primeiro semestre. Os da família PGBL responderam por 7,76% (R$ 4,22 bilhões) dos novos aportes. Já os planos tradicionais de acumulação receberam aportes de R$ 419,19, 0,77% do total verificado de janeiro a junho.

Na análise por tipo de contratação os planos individuais responderam por 86,25% dos novos aportes nos seis meses do ano, ou seja, R$ 46,97 bilhões. Os planos individuais para menores tiveram participação de 1,69% e receberam aportes totalizando R$ 921,45 milhões, segundo dados do balanço da FenaPrevi. O restante, ou seja, R$ 6,56 bilhões (12,06%) foram destinados aos planos coletivos de empresas, oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados.

Resultado mensal

Na análise mensal, foram realizados R$ 8,85 bilhões em novos aportes em junho, volume 24,27% inferior aos R$ 11,69 bilhões verificados no mesmo mês do ano passado. A captação líquida no mês de junho seguiu com saldo positivo de R$ 3,79 bilhões, e o valor ficou 47,67% abaixo dos R$ 7,24 bilhões do mesmo mês em 2016.

De acordo com a FenaPrevi, os planos da família VGBL receberam aportes da ordem de R$ 8,12 bilhões em junho. Já nos aportes planos da família PGBL o volume de aportes foi de R$ 669,54 milhões. Os resgastes em junho de 2017 somaram R$ 5,06 bilhões, valor 13,83% maior que os R$ 4,45 bilhões verificados no mesmo mês de 2016.

Na análise por tipo de contratação, os aportes nos planos individuais somaram R$ 7,6 bilhões. Os planos para menores arrecadaram R$ 161,54 milhões. O restante dos aportes, de aproximadamente R$ 1,01 bilhão, foi destinado a planos coletivos contratados por empresas em favor de seus colaboradores.

Contribuições, resgates, captação líquida, ativos e previsões

tabela FenaPrevi

O Tratamento Fiscal

A opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições a ele efetuadas durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição.

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

Para usufruir da dedução, o participante desse tipo de plano tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração do imposto de renda.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as famílias de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

Outra característica dessas famílias de planos (PGBL e VGBL) é a possiblidade do poupador, quando do ingresso no plano, optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem nesses planos, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente quando do resgate de recursos ou de recebimento do benefício.

Fonte: FenaPrevi

Setor de alimentos e bebidas aumenta demanda por seguro de crédito.

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Em um cenário econômico complexo, com a inadimplência ainda elevada, alguns setores do mercado brasileiro se esforçam para se precaver destes passivos. A indústria de alimentos e bebidas é um dos segmentos que passam a enxergar o seguro de crédito como ferramenta para controlar as eventuais perdas, empregando o produto como garantia de fluxo de caixa.

O seguro de crédito vem ganhando notoriedade no Brasil nos últimos anos, De acordo com a Susep, o ramo cresceu cerca de 11% em 2016. “A cultura de seguro de crédito pode ainda ser considerada incipiente no país, mas sua importância é destacada em momentos de fragilidade econômica como a atual”, analisa Eduardo Cruci, gerente de Linhas de Crédito na AIG Brasil.

A seguradora é um exemplo desse incremento. Ainda segundo a Susep, em 2016 a companhia registrou um crescimento na ordem de 76% na carteira, atingindo a cifra de R$ 65 milhões em prêmios diretos.

Proteger as empresas do setor alimentício, tanto de produção como distribuição, contra a inadimplência é apenas uma das funções da apólice do seguro de crédito. “Além da garantia direta dos recebíveis e de cobrir perdas que possam ser causadas pela eventual falência dos devedores, o seguro pode fazer parte de operações estruturadas, como trade finance e FDIC, o que se reverte em menor custo financeiro de captação de recursos”, explica Cruci.

Contratação do seguro

Em geral, os potenciais riscos são calculados por meio de análises de crédito, desempenho operacional, saúde financeira e pontualidade de pagamento aos fornecedores. Assim, a seguradora define a classificação dos riscos maiores, conhecendo os detalhes de cada um deles e sempre envolvendo um corretor nas transações.

O seguro de crédito apresenta a característica da cobertura “não-cancelável”, na qual o próprio segurado pode incluir na apólice o risco, de acordo com sua política de crédito interna. Na prática, elimina a preocupação de que determinado crédito possa ser cancelado durante a vigência do programa, exceto nas hipóteses expressamente previstas nas Condições Contratuais. “Essa autonomia é única, à medida que possibilita ao segurado operar de forma independente, tendo a nossa expertise à disposição quando necessário”, conclui Eduardo Cruci.

A.C.
Revista Apólice

Qual é a diferença entre seguro e plano de saúde?

Qual é a diferença entre seguro e plano de saúde?

Para fins de fiscalização pela ANS, o seguro saúde é tratado como um plano privado de assistência à saúde, conforme a Lei nº 10.185, de 2001. Para fins práticos, porém, existe uma grande diferença entre seguro e plano de saúde: é o reembolso das despesas médico-hospitalares. No seguro saúde, o reembolso é a regra, possibilitando livre escolha de médicos e hospitais. Nos demais planos de saúde, o reembolso é excepcional, sendo pouco comum e muitas vezes restrito a planos adquiridos apenas pelas classes de renda mais alta. Ambos oferecem serviços de assistência médica diferenciados, com maior ou menor abrangência, de acordo com o contrato assinado entre você e a operadora. Tanto no seguro como no plano de saúde, basicamente, você, pessoa física, pode escolher entre contratos individuais ou familiares e contratos coletivos empresariais ou por adesão. Atualmente, entretanto, as seguradoras especializadas em saúde não estão comercializando contratos individuais.

Contratos individuais ou familiares

Os contratos individuais ou familiares são feitos diretamente por iniciativa de uma pessoa, podendo incluir familiares ou dependentes, com escolha livre de qualquer plano.

É fundamental que você defina quais são as suas necessidades de uso antes de contratar o serviço. Para traçar o chamado perfil de uso, é preciso identificar as coberturas médico-hospitalares essenciais para você, como obstetrícia, entre outras, além da área de abrangência geográfica do plano, que pode ser nacional, estadual, grupo de estados, municípios e grupo de municípios.

Contratos coletivos

Os contratos coletivos podem ser empresariais ou por adesão. Dependendo do número de participantes, as operadoras oferecem maiores vantagens, como isenção de carências, etc.

Os empresariais são aqueles contratados por pessoas jurídicas para uma população com a qual mantenham uma relação empregatícia ou estatutária (empregados, trabalhadores temporários, sócios, administradores, estagiários e menores aprendizes).

Os contratos por adesão são aqueles realizados por pessoas jurídicas para uma população com a qual mantêm vínculo de caráter profissional, classista ou setorial (caso das associações profissionais, dos sindicatos e dos conselhos de profissões regulamentadas, como CREA, CRM, CREFITO e OAB). Podem ser incluídos como dependentes (desde que previsto contratualmente) integrantes do grupo familiar do beneficiário titular até o terceiro grau de parentesco consanguíneo, até o segundo grau de parentesco por afinidade (caso dos enteados, por exemplo), cônjuge ou companheiro (de sexo diferente ou do mesmo sexo).

Nos contratos coletivos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não interfere no reajuste de preços ou nos cancelamentos, possibilitando a rescisão unilateral. Em situações especiais, a operadora é obrigada a aplicar o mesmo índice de reajuste a toda a massa de um determinado perfil, como é o caso dos aposentados e demitidos cobertos por força da Lei nº 9.656, de 1998, mas ainda assim o reajuste é livremente fixado pela operadora.

Nos contratos coletivos empresariais, a participação dos beneficiários pode ser automática ou por adesão. Em geral, o empregado já começa a fazer parte do plano no momento da admissão ao trabalho, podendo ou não prever a inclusão de dependentes.

Já o contrato coletivo por adesão tem a característica de ser essencialmente opcional e de manifestação espontânea por parte das pessoas que têm vínculo associativo com uma pessoa jurídica de caráter profissional, classista ou setorial, podendo haver a opção de também incluir dependentes.

(Fonte: Portal Tudo Sobre Seguros. Clique para ver mais).

 

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Imagem: reprodução

Comprar seguro parece simples, mas não é.

Você compra um carro novo e pode sair da concessionária já coberto por uma apólice de seguro contra danos, roubo e incêndio. Você vai ao banco e o gerente lhe oferece seguro residencial, planos de previdência e títulos de capitalização a preços módicos e com débito do prêmio direto em sua conta corrente.

Hoje tudo é mais fácil no mundo, e o mercado de seguros não é exceção. Por isso mesmo, para evitar dissabores no futuro, você deve saber que a compra de seguros exige diversos cuidados. Na verdade, para a maioria da população, contratar seguro pode ser bem complicado.

Daí a importância do corretor de seguros que pode ser um indivíduo (pessoa física) ou empresa e é legalmente autorizado a angariar e promover contratos de seguro entre as seguradoras e seus clientes. As seguradoras, em geral, não vendem seguro diretamente aos interessados.

O corretor é remunerado por meio de uma comissão dada por uma porcentagem do valor do prêmio pago pelo segurado. A comissão é incluída no preço do seguro, daí que o corretor tem o dever legal de lhe prestar um bom atendimento, estar disponível quando o cliente tiver dúvidas ou precisar de ajuda em caso de sinistro. Não sendo empregado da seguradora, o corretor está em posição estratégica para ajudar o cliente a buscar o produto que melhor atenda aos seus desejos e, ao mesmo tempo, para desenvolver o mercado para as seguradoras.

(Fonte: Portal Tudo Sobre Seguros. Clique para ver mais)

 

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Por isso que oferecemos as melhores soluções em análise e implementação de planos de benefícios para a satisfação de clientes internos de empresas de médio e grande porte, além do atendimento do público em geral com seguros, consórcios e produtos financeiros. Saiba mais, entre em contato conosco.

Saiba como cuidar do seu pet na hora de viajar.

(Fonte: Porto Seguro Auto)

 

Chegam as férias, feriados ou fins de semana e a família toda está pronta para viajar. É muito comum a casa ficar vazia nesse período e não ter ninguém para tomar conta dos animais de estimação.

A solução, para não deixá-los sozinhos, é dar um jeito para levá-los junto. Para isso, são necessários alguns cuidados que garantam tanto a segurança do pet quanto a da família, principalmente na maneira de transportá-los.

Neste post, apresentaremos uma lista de cuidados necessários com o transporte de animais no em uma viagem

1-Caixa de transporte

Em caso de acidente de trânsito, um animal de 5 quilos pode ser arremessado com a força de 50 quilos. Além dos riscos de saúde, transportar os animais soltos no carro pode resultar em multa e até acarretar em apreensão do veículo.

Para garantir uma viagem segura, o motorista precisa estar concentrado no trajeto e sem a preocupação de onde e de como está o pet. Portanto, veterinários recomendam que os passeios sejam feitos com o cão ou gato devidamente acomodados, de forma que fiquem protegidos no caso de uma colisão.

Muitos resistem em usar caixas de transporte, pela sensação de confinamento que ela pode causar. Mas ela é bem segura e fácil de ser encontrada. Procure uma caixa que tenha aberturas e seja bem ventilada, para que o seu animal de estimação tenha um pouco de conforto. Por mais que só a caixa já pareça segura o suficiente, é necessário mantê-la fixa ao assento do carro.

Gatos vs. cachorros

Os gatos costumam gostar desse jeito de serem transportados e entram na caixa sem grandes problemas, pois é um ambiente confortável e isolado. Já no caso dos cães, a situação é um pouco mais complicada, pois alguns nem entram nesse formato e os que entram ficam irritados, mostrando que não gostam do local, devido à sensação de prisão.

Tamanho da caixa

Às vezes, o espaço pode aparentar ser grande o suficiente para que caiba o cachorro ou gato, mas lembre-se que é fundamental ter certeza disso. Quando for comprá-la, leve o pet junto para medir a caixa.

O espaço ideal não é menor nem maior, mas o suficiente para o conforto. Se a caixa for muito grande, ela perde a função de segurança, pois o espaço sobrando permite que, em situação de acidente, o pet bata nas laterais, podendo se ferir.

2-Bolsas e cadeirinhas

Geralmente, as bolsas e cadeirinhas para transporte no carro são feitas de lona com outros tecidos e, por isso, são confortáveis e também apresentam segurança.

A maioria das bolsas e cadeirinhas possui cintos internos e devem ser anexadas ao banco. Esse método é adequado para animais de pequeno porte, que não pesam mais do que 10 quilos.

3-Cintos de segurança

Os cintos de segurança são indicados para cães. Nele, o cão fica sentado no banco traseiro bem como qualquer outro passageiro humano. É bem fácil de usar, versátil e atende a todos os portes de animais, sendo a preferida para os pets maiores.

Além de ser adaptável aos diferentes tipos de veículos, é ergonômica e segura. Costuma ter preço acessível e funciona como um peitoral que é prendido no mesmo local do cinto de segurança.

4-Paradas programadas

Além dos métodos para transporte o ideal é que sejam feitas paradas a cada duas ou três horas, no máximo, quando o percurso for longo.

Durante esses descansos, encontre um local adequado para que seu pet faça as necessidades e tome um pouco de água. Mantenha-o preso a uma coleira e também recolha a sujeira que ele fizer.

5-Alimentação

Não alimente o seu animal de estimação nas três horas anteriores a saída, evitando que ele fique enjoado, mesmo que ele esteja habituado a viagens e não costume ter náuseas nem vômito. Reduza, também, a quantidade de comida oferecida para não aumentar a defecação. Quando chegarem ao destino final, lembre-se de que ele precisa ganhar mais ração e finalizar a refeição.

Se o animalzinho for muito agitado ou mesmo com os cuidados ele passa mal, existem remédios para garantir um trajeto tranquilo, mas, para isso, consulte o veterinário. Cada pet tem características únicas de saúde, então o ideal é que o medicamento seja prescrito especialmente para cada um.

Espécies diferentes

Os animais mais transportados são gatos e cachorros. Mas, se você possui outra espécie, os cuidados na hora de sair de carro também são muito importantes. Roedores como porquinho-da-índia, hamster e as aves apresentam características ainda mais sensíveis a ambientes diferentes e estranhos.

Então, além de propiciar as condições de segurança, transportando-os nas próprias gaiolas, lembre-se de manter o local ventilado com temperatura e umidade controlados. É fundamental forrar bem para que eles possam fazer as necessidades, que no caso desses animais, geralmente, são mais difíceis de controlar. Abasteça-os, também, com água e alimento.

Cuide para que não fique nenhum objeto solto dentro da gaiola, pois o movimento do carro pode fazer com que ele se machuque.

Outros detalhes

  • Verifique com antecedência se o local onde irá se hospedar aceita animais de estimação;
  • Recolha as fezes do seu pet durante os passeios. Saia sempre com saquinhos plásticos;
  • Coloque identificação na coleira do seu bichinho, com nome e telefone, para caso ele se perca;
  • Consulte o veterinário antes da viagem e peça para que ele indique remédios básicos para caso de emergência;
  • Leve os documentos do pet, como cartão de vacina, por exemplo;
  • Não esqueça de preparar uma bagagem com a quantidade necessária de ração, potes para água e comida, além de outros utensílios como toalhas e cama/ colchão.

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Foto: reprodução

Economize: contrate o seguro-roubo para o seu carro.

O seguro-roubo é para quem precisa economizar! Até 50% mais barato do que os seguros-auto convencionais, ele é uma alternativa para esses tempos de aperto.

Além de indenização de 90% do valor, conforme a tabela FIPE, ele conta com outras vantagens, como: assistência 24 horas, utilização de guincho para até 300km e troca de pneus.

Realmente, essa é uma excelente oportunidade para dar aquela aliviada no bolso, sem deixar de proteger o seu bem. Quer saber mais? Fale agora mesmo com a gente clicando aqui.

 

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Novidade AYUMI: plano de saúde coletivo por adesão.

Você sabe o que é um plano de saúde coletivo por adesão?

São planos destinados a um grande número de pessoas que possuem alguma característica comum. Por exemplo: conforme a categoria profissional (profissionais liberais, servidores públicos, etc.), entidades de classe, estudantes ou instituição que representam.

Os custos desse tipo de plano de saúde são diluídos entre todos os participantes, tal qual um condomínio – quanto maior o número de condôminos, menor o custo das despesas – tornando mais fácil o acesso ao atendimento de saúde privado.

E essa é uma das novidades da Ayumi Seguros para esse ano de 2016. Consulte-nos para saber as operadoras que oferecem esse tipo de serviços, contando com excelente rede médica, plano de reembolsos e carências reduzidas (para quem já possui plano de saúde). Clique aqui e fale conosco para saber das vantagens.

 

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Foto: reprodução

 

Quais são os tipos de seguro?

Os seguros podem ser classificados em facultativos ou obrigatórios, em grupo ou individuais, e conforme o regime de financiamento.

Mas, antes mesmo disso, é importante conhecer os ramos de seguro, e para que fim eles se destinam, evitando, dessa maneira, qualquer confusão na hora da contratação. Confira então a seguir:

 

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Fonte: Tudo Sobre Seguros